O infinito deixa de ser profundo...
Quando me deparo com seu olhar...
Tudo ao meu redor é vazio ...
Quando não consigo te encontrar...
Já nao sonho em alcançar as estrelas;
Nem ao menos conhecer o "paraíso";
Pois basta o teu abraço...
O teu cheiro para eu levitar...
Tudo ao teu lado me fascína;
Você tem o dom de me envolver,
Transforma até as brigas...
Em preliminares para o anoitecer;
Sei que as palavras são singelas...
Mas não menos imponentes do que...
meus sonhos transformados ...
em carinhos, em afagos,
Meu anjo dourado...
Meu príncipe bem amado
Faz de mim o teu bem querer...
E não deixe acordar sozinha!
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A mim
Riem os lábios insolentes
das minhas dores que ninguém cura,
mas a dores não são só as minhas...
Há uma severidade no seu olhar
que espanta o meu coração...
Preservarei os meus ideais
alimentando os meus sonhos,
Ou - Alimentarei os meus sonhos...
preservando os meus ideais.
“Silenciosamente rumino nas minhas entranhas
o alimento amargo da sua indiferença”
...Os restos de mim eram mais conscientes
do que eu mesmo, por isso os pintei
com aquarela em uma tela imaginaria...
Quando você diz que não tem certeza
Que acredita em alguém,
Fica difícil chegar a conclusão
De quem esta certo ou errado.
Nunca pairou sobre mim
As sombras da intolerância
E nunca operei a maquina do autoritarismo.
das minhas dores que ninguém cura,
mas a dores não são só as minhas...
Há uma severidade no seu olhar
que espanta o meu coração...
Preservarei os meus ideais
alimentando os meus sonhos,
Ou - Alimentarei os meus sonhos...
preservando os meus ideais.
“Silenciosamente rumino nas minhas entranhas
o alimento amargo da sua indiferença”
...Os restos de mim eram mais conscientes
do que eu mesmo, por isso os pintei
com aquarela em uma tela imaginaria...
Quando você diz que não tem certeza
Que acredita em alguém,
Fica difícil chegar a conclusão
De quem esta certo ou errado.
Nunca pairou sobre mim
As sombras da intolerância
E nunca operei a maquina do autoritarismo.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
sou...
Sou uma voz numa caverna
e mesmo que a reverbaçao nao me confundisse
as pinturas feitas de vermelho sangue
seriam nao mais que um dialecto morto.
Mas nao me leves de volta para a veia
Queima o meu corpo
E faz das minhas cinzas saliva
Porque so a tua boca sabe
Como soldar os fonemas
E dizer o meu nome.
e mesmo que a reverbaçao nao me confundisse
as pinturas feitas de vermelho sangue
seriam nao mais que um dialecto morto.
Mas nao me leves de volta para a veia
Queima o meu corpo
E faz das minhas cinzas saliva
Porque so a tua boca sabe
Como soldar os fonemas
E dizer o meu nome.
Fingir uma paz que eu não tenho
num sorriso alegre em desvaneio
enquanto o coraçao chora em silêncio
a saudade doendo no meu peito
Fingir alegria em meu olhar
quando as lágrimas teimam em cair
quando os lábios ficam a murmurar
saudades que não deixo de sentir
Fingir olhando a amplidão do mar
vendo o sol no nascente surgir
as ondas lentas que parecem murmurar
a minha tristeza no meu sorrir
Fingir alegria em toda vida
escutando a voz que posso ouvir
saudades no meu peito escondida
lágrimas de dor e os lábios a sorrir
Fingir, fingir para viver
escutar o que não queiro ouvir
acalentar a dor alheia
falando a mim mesma
deves fingir!
num sorriso alegre em desvaneio
enquanto o coraçao chora em silêncio
a saudade doendo no meu peito
Fingir alegria em meu olhar
quando as lágrimas teimam em cair
quando os lábios ficam a murmurar
saudades que não deixo de sentir
Fingir olhando a amplidão do mar
vendo o sol no nascente surgir
as ondas lentas que parecem murmurar
a minha tristeza no meu sorrir
Fingir alegria em toda vida
escutando a voz que posso ouvir
saudades no meu peito escondida
lágrimas de dor e os lábios a sorrir
Fingir, fingir para viver
escutar o que não queiro ouvir
acalentar a dor alheia
falando a mim mesma
deves fingir!
Nada dura para sempre!
Na mudez da solidão
encarcerei meus segredos
e silenciei tuas ausências.
Tristeza murada
foi gerada em mim
sulcando minha face
corroendo minhas entranhas
acidando meus sentimentos.
Despojada de minha essência
me encerrei no fastio
dos dias sangrentos
e nas amarras dos dormentes sonhos.
No cárcere das indagações
repousei meu destino
e entreguei o sopro
do tempo existente
e da intimidade escondida.
Nas armadilhas impostas
fui esfinge e dor
cruz e caminho...
parte de um todo...
rastro da vida
espelho da morte.
encarcerei meus segredos
e silenciei tuas ausências.
Tristeza murada
foi gerada em mim
sulcando minha face
corroendo minhas entranhas
acidando meus sentimentos.
Despojada de minha essência
me encerrei no fastio
dos dias sangrentos
e nas amarras dos dormentes sonhos.
No cárcere das indagações
repousei meu destino
e entreguei o sopro
do tempo existente
e da intimidade escondida.
Nas armadilhas impostas
fui esfinge e dor
cruz e caminho...
parte de um todo...
rastro da vida
espelho da morte.
Reflexao
Momentos de solidão...
Lembranças do que aconteceu ou não,
Horas de pura recordação!
Uma viagem ao centro de mim mesma
Reflete o que a vida realizou em vão.
O desnecessário se fez forte!
E os sonhos que outrora tive,
Nunca mais se realizarão.
A realidade confronta o passado.
O ontem e o hoje se fundem em uma única dimensão.
Uma enchente de lágrimas recordam
O que esta fortaleza estabeleceu sempre com a razão,
Uma vida cheia de imposição.
A infância revela,
A adolescência rebela,
A juventude atropela
E a maturidade espera
Que um dia se consiga entender
A essência do que se viveu ou não.
Lembranças do que aconteceu ou não,
Horas de pura recordação!
Uma viagem ao centro de mim mesma
Reflete o que a vida realizou em vão.
O desnecessário se fez forte!
E os sonhos que outrora tive,
Nunca mais se realizarão.
A realidade confronta o passado.
O ontem e o hoje se fundem em uma única dimensão.
Uma enchente de lágrimas recordam
O que esta fortaleza estabeleceu sempre com a razão,
Uma vida cheia de imposição.
A infância revela,
A adolescência rebela,
A juventude atropela
E a maturidade espera
Que um dia se consiga entender
A essência do que se viveu ou não.
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