adolescente, desbravador,
um homem sem destino;
tenho apenas sentimentos
carrego alma de viajante,
Vago a beira deste abismo,
E vejo lá embaixo
todos meus devaneios, minhas inseguranças,
que caem, pelo peso de minha
consciência maldita.
Sou tudo e nada, sou fogo de palha,
confundo amor com sexo
carinho com vazio
Troco mae, por um amor qualquer
E recebo, troféu framboesa.
Sou considerado bom
tenho sina, de bom moço
mas sou um bad guy
Utilizo, termos enexistentes,
para expressar essa loucura
que parece tão normal para mim.
Na verdade; nao conheço ninguém;
mas há milhões de conhecidos que me conhecem,
e um amor, que mais parece, sensação
de clímax, súbito, que acaba, e volta ao normal.
assim encerrando o prazer, no seu gozo.
Sou uma flor que nao tem cheiro, mas
que atrai insetos, que mal
sabem o que na verdade sou.
Eu que nao tenho razão, temo a morte
por nao saber viver,
meu passaporte de vida.
Ela chega; pergunta-me se quero ir,
digo-lhe: Estou entorpecido!
Deixe-me apenas vegetar,
com falsas esperanças de vida!
O que è vida!? Ahh!
Vivo-a, mas nunca a enxerguei,
ela me acompanha, tem movimentos delicados,
me olha com depreciação, apreendendo-me
a advertindo-me, que nao a possuirei jamais.
Sou insolente, em minha resposta para com ela.
Ela nem se toca; que na verdade, ela nao precisa
se encher comigo, pra quê!?
Ela sabe se virar; eu também!
Preciso de um bom vinho,
um calice de ânimo,
uma taça de saúde,
e finalmente, um boa-noite-cinderela!
Entretanto; sou um débil, que apenas
não vendeu sua alma,por nao possuir atributo de valor,
algum
Se importa, se eu perguntar para
o homem, que vive a espreita a me espiar,
que leve-me para casa??
Pergunto ao homem, ele me responde:
Já era hora!
Quando, dou-me por si,
estou fora de mim,
fui transladado;
por um homem,
que era a morte!

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